Tenho,
Vontade de gritar,
De embalar os sentidos
Num suspiro inquieto,
Rasgado,
Por um punhal de prata.
Vontade de sentir,
Uma lágrima contida
E deixá-la seguir,
Sem destino,
Nem hora marcada.
Vontade de cruzar
Um olhar felino e astuto,
Na madrugada
Sombria e reveladora
De queixumes e angústias.
Vontade de sentir
Uma paixão arrebatadora,
Uma vontade,
De ferir e calar
O silêncio ensurdecedor
Que acolhe os meus sentimentos
E desnuda a minha alma,
Cheia de vontades...
SÃO TEXTOS DE PALAVRAS SOLTAS SEM PRESUNÇÃO MINHA DE SEREM ALGO MAIS. APENAS ALGUNS MOMENTOS DE INSPIRAÇÃO E DE VEZ EM QUANDO ESTADOS DE ALMA.
18/12/13
TU... AZEITONA, TU... AZEITE...
Verde, Preta?
Qual a preferida?
Ah!...
A cor não importa,
Em nada interfere.
Deixai-a vir a nós
E saborear com doçura,
Apertando nas nossas bocas,
A sua carne tenra
E sentindo,
A sua pele macia.
Degustando-a,
Num momento de prazer
Todo o seu sabor,
Agre e doce
De azeitona madura,
Que em boa Hora vieste
Para viver a grande aventura
Da tua transformação.
Chegas... Pura e casta
E timidamente,
Te vais entregando,
Aos braços do teu dominador,
Que te irá trabalhando,
Moldando e transformando
A seu belo prazer.
E passarás a ganhar vida
Numa outra dimensão,
Transpondo o teu ser
À maravilha desse deleite,
Que emergirá,
Tão puro, tão rico, tão bom,
Tão Azeite...
Qual a preferida?
Ah!...
A cor não importa,
Em nada interfere.
Deixai-a vir a nós
E saborear com doçura,
Apertando nas nossas bocas,
A sua carne tenra
E sentindo,
A sua pele macia.
Degustando-a,
Num momento de prazer
Todo o seu sabor,
Agre e doce
De azeitona madura,
Que em boa Hora vieste
Para viver a grande aventura
Da tua transformação.
Chegas... Pura e casta
E timidamente,
Te vais entregando,
Aos braços do teu dominador,
Que te irá trabalhando,
Moldando e transformando
A seu belo prazer.
E passarás a ganhar vida
Numa outra dimensão,
Transpondo o teu ser
À maravilha desse deleite,
Que emergirá,
Tão puro, tão rico, tão bom,
Tão Azeite...
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